As sete irmãs – Lucinda Riley

Olá Estrelas!

Hoje trago a resenha desse livro encantador, espero que gostem.

Sinopse:
 Maia D Apliése e suas cinco irmãs estão reunidas no lar de sua infância, Atlantis um fabuloso castelo isolado às margens do Lago Genebra , e acabam de saber que o seu amado pai, o misterioso bilionário Pa Salt, está morto. As irmãs foram adotadas por ele quando eram bebês, e, agora, descobrindo que seu pai foi sepultado no mar, cada uma delas recebe uma intrigante pista sobre sua verdadeira origem uma pista que leva Maia a atravessar o mundo a fim de conhecer uma mansão em ruínas no Rio de Janeiro. É lá que ela começa a juntar as peças de sua história. 
Oitenta anos antes, em plena Belle Epoque do Rio, em 1927, o pai de Izabela Bonifácio deseja que a filha faça um bom casamento e consiga fazer parte da elite da cidade. Enquanto isso, o arquiteto Heitor da Silva Costa trabalha em uma estátua batizada como Cristo Redentor, e está de viagem marcada para Paris a fim de encontrar o escultor perfeito para concluir o seu projeto. Sonhadora e desejosa de conhecer o mundo, Izabela convence seu pai a deixá-la acompanhar o Sr. Heitor e sua família à Europa antes de se casar. Em Paris, no ateliê de Paul Landowski, ela conhece o jovem e ambicioso artista Laurent Brouilly, e sabe desde então que sua vida nunca mais será a mesma. Neste conto épico e arrebatador sobre amor e perda o primeiro de uma série excepcional e encantadora de sete livros , Lucinda Riley exibe seu talento de contadora de histórias como nunca antes se viu.

Resenha:

O livro me encantou logo de cara, e não somente por ser da Lucinda, mas por ter grande parte de sua história ambientada no nosso país. Maia acaba de perder seu pai, Pa Salt, um homem muito rico que adotou seis meninas ao longo do anos. Maia e suas irmãs, Alcyone (Ally), Asterope (Star), Celeano (CeCe), Taygete (Tiggy) e Electra, receberam esses nomes por conta da constelação favorita do pai, As sete irmãs, mas a sétima irmã que seria chamada de Merope, nunca foi encontrada. E com sua morte ele deixa pistas para cada uma das filhas buscarem suas origens.

” Pa costumava se referir a nós como suas maças douradas. Maduras e perfeitamente redondas, esperando para serem colhidas. E, agora, o galho foi chacoalhado e todas nós fomos derrubadas ao chão, sem uma mão firme para nos pegar enquanto caíamos.”


Tomando uma decisão, Maia parte para o Rio de Janeiro. Quando chega, ela conta com a ajuda de Floriano Quintelas, um escritor, que Maia trabalhou traduzindo seu livro para o francês. Apesar de nunca terem se conhecido pessoalmente, os dois acabam ficando muito próximos, e além de ser escritor ele também é um historiador. Então ele se une na busca de Maia. As pistas que encontraram , levam a crer que Maia, tem ligação parentesca com a família Aires Cabral, antiga família aristocrata que fez parte da história do Rio.

” – Quem é ela?
  – Izabela Aires Cabral, cujo primeiro nome está no verso do seu ladrilho e que pode ser sua bisavó. Você vê a semelhança? 
Olhei fixamente para as feições da mulher. E, sim, podia ver meus traços refletidos ali.”

Maia vai até a casa da família que pode ser a sua, e descobre uma senhora de idade bem avançada que se recusa a falar com ela, mas a empregada da família, acaba ajudando ela e descobrir parte da antiga história.

” A emprega tirou um pacote marrom e fino do bolso do seu avental branco e me entregou. – Por favor, imploro, não diga a ninguém que lhe dei isto – ela murmurou. – Foram deixados para mim por minha mãe. Ela disse que eram parte da história da família Aires Cabral e deixou sob meus cuidados pouco antes de morrer.” 


O livro está repleto de fatos históricos, como a elaboração e construção do Cristo Redentor, com as cartas de dua bisavó, Maia acompanha como era a vida dela, como ela gostaria de viver e como no fim viveu, sua viagem a França, como descobriu o amor e como acabou casando com outro. Numa época bem diferente da nossa atual. E presenciamos o que essas descobertas fazem com Maia, como a liberta de um medo que sempre esteve presente em sua vida, que a mantinha presa, sem que ela se questionasse ou tentasse mudar. E como a amizade dela e Floriano tem grande importância nessas mudanças também.

” De alguma forma, esta cidade e este homem juntos romperam o casulo protetor onde eu me escondia. Ri da analogia, pensando que realmente me sentia como uma borboleta em seu primeiro voo.”


Bom, é isso Estrelas, espero que tenham gostado e se interessado pelo livro. Ele é o primeiro da série e pelo que vi até agora, promete ser maravilhosa. Pra quem gosta de mistérios, ele é um prato cheio.
Até a próxima, e não deixem de expressar suas opiniões 😉












Valery

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